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	<title>Comentários sobre: Roube este Filme</title>
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	<description>Histórias em Quadrinhos</description>
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		<title>Por: Cadu Simões</title>
		<link>http://cadusimoes.com/2009/10/roube-este-filme/comment-page-1/#comment-4514</link>
		<dc:creator>Cadu Simões</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 18:59:44 +0000</pubDate>
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		<description>Lucas, o livre compartilhamento não vai levar nenhum conglomerado de mídia a falência, acredite, por mais que isso prejudique de algum modo as vendas. Até mesmo porque, como eu já disse, pesquisas mostram que o compartilhamento de séries na Internet, como é o caso de Lost que você citou, até faz vender mais DVDs. É por isso que algumas emissoras, como a própria ABC, estão elas mesma já jogando seus seriados online. Também nunca foi registrado comprovadamente que um filme teve prejuízo por causa da pirataria. Novamente pesquisas mostram que os filmes mais pirateados são justamente os que mais lucram, tanto com o filme no cinema em si, quanto com a venda posterior de DVDS. 

Por isso não há sentido em se criminalizar o livre compartilhamento na Internet se isso, como pesquisas vem mostrando, de fato não prejudica radicalmente a venda do produto original, e em alguns casos até mesmo aquece a venda deles (ainda mais se o produto for bom). E faz menos sentido ainda em ficar processando essas pessoas para ganhar muito mais dinheiro do que seria a real perda que as gravadores ou estúdios teriam de fato. 

Investir numa falácia é justamente esse dicurso das gravadoras, estúdios e editoras de que a queda brusca das vendas nos últimos dez anos se deve unicamente a pirataria, e não a progressiva má qualidade de seus produtos. A queda de vendas das gravadoras se deve muito mais ao vício de investir em bandas e artistas pré-fabricados e sem qualidade musical alguma; dos estúdios em investir em adaptações que não respeitam a obra original, em remakes pífios e pobres, e em blockbuster que só possuem efeitos gráficos e explosões, mas nenhum roteiro; e das editoras em investir em megas sagas que só servem pra matar e ressucitar personagens de forma medíocre e leviana. E esse tipo de coisa independe da pirataria. Mesmo se não tivesse a pirataria, tenho certeza que os grandes congromerados de mídia continuariam a perder essas vendas, pois os consumidores estão ficando cada vez mais esclarecidos e não estão aceitando qualquer porcaria facilmente. Hoje em dia as pessoas em geral pensam dez vezes antes de gastar R$ 30 num CD que só tem uma música que vale a pena, R$ 15 reais num filme que vale menos do que a pipoca, ou R$ 10 num gibi no qual mal se aproveita uma história. Pode ter certeza que se eles passassem a tratar seus consumidores com respeito e valorizassem muito mais seus produtos ao invés de se preocuparem com o lucro fácil e rápido, eles venderiam muito mais.

Tendo tudo isso em vista, o livre compartilhamento é um uso justo se o direito autoral for respeitado, (que basicamente é você manter os créditos dos autores da obra e não comercializá-la ou ganhar lucro em cima dela de alguma forma sem a autorização dos autores), pois isso permite que os consumidores possam verificar se aquele filme, livro ou quadrinhos vale de fato o seu suado dinheiro a ser investido nele. 

E falo tudo isso como autor. Eu sobrevivo da venda de minhas obras, e mesmo assim não tenho medo da pirataria, e disponibilizo todas as minhas obras gratuitamente na Internet pra quem quiser baixar. Pois por experiência própria sei que isso só tem me ajudado a conquistar cada vez mais leitores e a vender mais.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Lucas, o livre compartilhamento não vai levar nenhum conglomerado de mídia a falência, acredite, por mais que isso prejudique de algum modo as vendas. Até mesmo porque, como eu já disse, pesquisas mostram que o compartilhamento de séries na Internet, como é o caso de Lost que você citou, até faz vender mais DVDs. É por isso que algumas emissoras, como a própria ABC, estão elas mesma já jogando seus seriados online. Também nunca foi registrado comprovadamente que um filme teve prejuízo por causa da pirataria. Novamente pesquisas mostram que os filmes mais pirateados são justamente os que mais lucram, tanto com o filme no cinema em si, quanto com a venda posterior de DVDS. </p>
<p>Por isso não há sentido em se criminalizar o livre compartilhamento na Internet se isso, como pesquisas vem mostrando, de fato não prejudica radicalmente a venda do produto original, e em alguns casos até mesmo aquece a venda deles (ainda mais se o produto for bom). E faz menos sentido ainda em ficar processando essas pessoas para ganhar muito mais dinheiro do que seria a real perda que as gravadores ou estúdios teriam de fato. </p>
<p>Investir numa falácia é justamente esse dicurso das gravadoras, estúdios e editoras de que a queda brusca das vendas nos últimos dez anos se deve unicamente a pirataria, e não a progressiva má qualidade de seus produtos. A queda de vendas das gravadoras se deve muito mais ao vício de investir em bandas e artistas pré-fabricados e sem qualidade musical alguma; dos estúdios em investir em adaptações que não respeitam a obra original, em remakes pífios e pobres, e em blockbuster que só possuem efeitos gráficos e explosões, mas nenhum roteiro; e das editoras em investir em megas sagas que só servem pra matar e ressucitar personagens de forma medíocre e leviana. E esse tipo de coisa independe da pirataria. Mesmo se não tivesse a pirataria, tenho certeza que os grandes congromerados de mídia continuariam a perder essas vendas, pois os consumidores estão ficando cada vez mais esclarecidos e não estão aceitando qualquer porcaria facilmente. Hoje em dia as pessoas em geral pensam dez vezes antes de gastar R$ 30 num CD que só tem uma música que vale a pena, R$ 15 reais num filme que vale menos do que a pipoca, ou R$ 10 num gibi no qual mal se aproveita uma história. Pode ter certeza que se eles passassem a tratar seus consumidores com respeito e valorizassem muito mais seus produtos ao invés de se preocuparem com o lucro fácil e rápido, eles venderiam muito mais.</p>
<p>Tendo tudo isso em vista, o livre compartilhamento é um uso justo se o direito autoral for respeitado, (que basicamente é você manter os créditos dos autores da obra e não comercializá-la ou ganhar lucro em cima dela de alguma forma sem a autorização dos autores), pois isso permite que os consumidores possam verificar se aquele filme, livro ou quadrinhos vale de fato o seu suado dinheiro a ser investido nele. </p>
<p>E falo tudo isso como autor. Eu sobrevivo da venda de minhas obras, e mesmo assim não tenho medo da pirataria, e disponibilizo todas as minhas obras gratuitamente na Internet pra quem quiser baixar. Pois por experiência própria sei que isso só tem me ajudado a conquistar cada vez mais leitores e a vender mais.</p>
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		<title>Por: Lucas Ed.</title>
		<link>http://cadusimoes.com/2009/10/roube-este-filme/comment-page-1/#comment-4513</link>
		<dc:creator>Lucas Ed.</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 18:01:05 +0000</pubDate>
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		<description>Bem Cadu, eu não acho as mensagens tão claras assim não. Até agora não consegui ler a frase que pula na tela durante a propaganda do Governator com o Jack Chan. Digo infantil porque, bem, elas (as palavras de ordem) precisam ser veiculadas da forma como são? Colocadas um tanto obscuramente no meio das falas dos representantes da indústria? Não percebi nenhuma mensagem escondida enquanto os representantes do Pirate Bay falam, por exemplo. 
Então, fico cá com a impressão de que tentaram usar de mensagens subliminares (e falharam, ao menos pra nós),  tentando &quot;forçar a barra&quot;: dobrar a vontade do espectador e convencê-lo na marra... Num documentário que apela à consciência do espectador, é como gritar pra pedir silêncio...

O problema do compartilhamento, Cadu, é que há diferenças. Você quer difundir um filme comprado por você, para fins educacionais. É uma coisa (e nunca vi um caso de um sujeito que fosse preso ou multado por fazer isso, mesmo sabendo que todos os DVDs de venda doméstica só podem ser exibidos em casa). Agora, quem coloca o episódio mais novo de Lost no Pirate Bay, pro mundo inteiro, logo depois dele estrear no canal de origem, faz a mesma coisa que você na escola? Nunca, nem de longe. O alcance ofensivo de uma coisa ou de outra é muito diferente. Por isso existem penas diferentes para crimes diferentes.   Anular essa diferença, pra mim, é investir numa falácia. Pense no caso da música ou do cinema: quantas distribuidoras e gravadoras são as responsáveis por gerar a possibilidade de um produto artístico existir ou não (no sentido de custeá-lo)? Não sei se a distinção entre produtores e intermediários é tão clara assim em todos os casos...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bem Cadu, eu não acho as mensagens tão claras assim não. Até agora não consegui ler a frase que pula na tela durante a propaganda do Governator com o Jack Chan. Digo infantil porque, bem, elas (as palavras de ordem) precisam ser veiculadas da forma como são? Colocadas um tanto obscuramente no meio das falas dos representantes da indústria? Não percebi nenhuma mensagem escondida enquanto os representantes do Pirate Bay falam, por exemplo.<br />
Então, fico cá com a impressão de que tentaram usar de mensagens subliminares (e falharam, ao menos pra nós),  tentando &#8220;forçar a barra&#8221;: dobrar a vontade do espectador e convencê-lo na marra&#8230; Num documentário que apela à consciência do espectador, é como gritar pra pedir silêncio&#8230;</p>
<p>O problema do compartilhamento, Cadu, é que há diferenças. Você quer difundir um filme comprado por você, para fins educacionais. É uma coisa (e nunca vi um caso de um sujeito que fosse preso ou multado por fazer isso, mesmo sabendo que todos os DVDs de venda doméstica só podem ser exibidos em casa). Agora, quem coloca o episódio mais novo de Lost no Pirate Bay, pro mundo inteiro, logo depois dele estrear no canal de origem, faz a mesma coisa que você na escola? Nunca, nem de longe. O alcance ofensivo de uma coisa ou de outra é muito diferente. Por isso existem penas diferentes para crimes diferentes.   Anular essa diferença, pra mim, é investir numa falácia. Pense no caso da música ou do cinema: quantas distribuidoras e gravadoras são as responsáveis por gerar a possibilidade de um produto artístico existir ou não (no sentido de custeá-lo)? Não sei se a distinção entre produtores e intermediários é tão clara assim em todos os casos&#8230;</p>
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	<item>
		<title>Por: Cadu Simões</title>
		<link>http://cadusimoes.com/2009/10/roube-este-filme/comment-page-1/#comment-4512</link>
		<dc:creator>Cadu Simões</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 17:03:45 +0000</pubDate>
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		<description>Lucas, não vejo esses exemplos que você citou como sendo uma tentativa infantil de infundir  mensagens escondidas e subliminares, muito pelo contrário, elas são bem óbvias e claras. Ambos os documentários são abertamente a favor da &quot;pirataria&quot; e contra o copyright, e não tentam esconder isso em nenhum momento.

No mais, também acho justo que quem financia a produção de conteúdo cultural, seja música, vídeo ou literatura, tenha o retorno de seu investimento. Mas não acho justo que eles ditem como, quando e quantas vezes eu posso usufruir de um produto que eu paguei, e com quem eu posso ou não compartilhá-lo, como acontece atualmente. Um exemplo simples. Quando eu ainda dava aula de História, costumava levar meus DVDs com documentários do History Channel pra passar pros meus alunos na escola. No entanto, ao fazer isso, segundo as leis de copyright atual eu estava inflingindo a lei, pois ela diz que o DVD é apenas pra uso pessoal e domiciliar. Que dizer, não bastava eu ter um péssimo salário e condições precárias pra dar aula, como ainda por cima podia ser considerado um criminoso por tentar levar cultura aos meus alunos. Em um mundo civilizado em que se dá prioridade a educação e a cultura, isso não faz o menor sentido e vai totalmente contra o bom senso, e essas leis de copyright já teriam sido alteradas faz tempo.

Por fim, diversas pesquisas, como essa de Harvard que linkei no post, mostram que quem de fato perde com a pirataria são os intermediários, e não os autores. E com o barateamente do custo de produção, a tendência é cada vez mais esses intermediários serem eliminados da cadeia produtiva, e os autores se tornarem seus próprios editores e distribuidores de conteúdo, entrando em contato direto com seus consumidores. E falo isso por experiência própria, pois já estou trabalhando nessse esquema há nove anos. =)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Lucas, não vejo esses exemplos que você citou como sendo uma tentativa infantil de infundir  mensagens escondidas e subliminares, muito pelo contrário, elas são bem óbvias e claras. Ambos os documentários são abertamente a favor da &#8220;pirataria&#8221; e contra o copyright, e não tentam esconder isso em nenhum momento.</p>
<p>No mais, também acho justo que quem financia a produção de conteúdo cultural, seja música, vídeo ou literatura, tenha o retorno de seu investimento. Mas não acho justo que eles ditem como, quando e quantas vezes eu posso usufruir de um produto que eu paguei, e com quem eu posso ou não compartilhá-lo, como acontece atualmente. Um exemplo simples. Quando eu ainda dava aula de História, costumava levar meus DVDs com documentários do History Channel pra passar pros meus alunos na escola. No entanto, ao fazer isso, segundo as leis de copyright atual eu estava inflingindo a lei, pois ela diz que o DVD é apenas pra uso pessoal e domiciliar. Que dizer, não bastava eu ter um péssimo salário e condições precárias pra dar aula, como ainda por cima podia ser considerado um criminoso por tentar levar cultura aos meus alunos. Em um mundo civilizado em que se dá prioridade a educação e a cultura, isso não faz o menor sentido e vai totalmente contra o bom senso, e essas leis de copyright já teriam sido alteradas faz tempo.</p>
<p>Por fim, diversas pesquisas, como essa de Harvard que linkei no post, mostram que quem de fato perde com a pirataria são os intermediários, e não os autores. E com o barateamente do custo de produção, a tendência é cada vez mais esses intermediários serem eliminados da cadeia produtiva, e os autores se tornarem seus próprios editores e distribuidores de conteúdo, entrando em contato direto com seus consumidores. E falo isso por experiência própria, pois já estou trabalhando nessse esquema há nove anos. =)</p>
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		<title>Por: Lucas Ed.</title>
		<link>http://cadusimoes.com/2009/10/roube-este-filme/comment-page-1/#comment-4511</link>
		<dc:creator>Lucas Ed.</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 16:12:17 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://cadusimoes.com/?p=682#comment-4511</guid>
		<description>Cadu, concordo com você quando diz da necessidade de se discutir e pensar a questão do copyright, porque eu acho que, diferente do vídeo, não é uma questão simples de &quot;o compartilhamento afeta o lucro&quot;. Tem mais coisa por aí, mais pontos pra se ter atenção, porque quem lucra é justamente quem financia a produção. Acho justo que esse sujeito tenha retorno do investimento em alguma medida.

Por outro lado, acho a divulgação 9e a produção) desse &quot;documentário&quot; (só vi a primeira parte) um desrespeito. E explico porquê. Não sei se vc percebeu, mas há, durante o curso dele, uma tentativa &lt;B&gt;infantil&lt;/B&gt; (e amadora) dos produtores de infundirem mensagens escondidas (não, não são mensagens sublimiares, ou eu não as teria conseguido perceber conscientemente). Uma estratégia patética e vergonhosa, se quer a minha opinião... Tomei nota das que consegui visualizar (todas em fonte branca, caixa alta): 

1) aprox. 4:56: surge a palavra RESIST;
2) logo em seguida à primeira, SHARE;
3) aprox. 5:05: COPY;
4) pouco depois da (3): PASTE;
5) aprox. 5:40: ENJOY;
6) em 6:37: há uma frase inteira que não consegui ler. Há um NOT no meio.
 
Eu não sei se vc chegou a perceber esse artifício (creio que não) mas eu acho que, para quem discute esse tema dos copyrights há anos como você, com a seriedade que você vem tratanto o assunto, divulgar um vídeo tão infantil assim é contraproducente à sua própria história com o tema...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cadu, concordo com você quando diz da necessidade de se discutir e pensar a questão do copyright, porque eu acho que, diferente do vídeo, não é uma questão simples de &#8220;o compartilhamento afeta o lucro&#8221;. Tem mais coisa por aí, mais pontos pra se ter atenção, porque quem lucra é justamente quem financia a produção. Acho justo que esse sujeito tenha retorno do investimento em alguma medida.</p>
<p>Por outro lado, acho a divulgação 9e a produção) desse &#8220;documentário&#8221; (só vi a primeira parte) um desrespeito. E explico porquê. Não sei se vc percebeu, mas há, durante o curso dele, uma tentativa <b>infantil</b> (e amadora) dos produtores de infundirem mensagens escondidas (não, não são mensagens sublimiares, ou eu não as teria conseguido perceber conscientemente). Uma estratégia patética e vergonhosa, se quer a minha opinião&#8230; Tomei nota das que consegui visualizar (todas em fonte branca, caixa alta): </p>
<p>1) aprox. 4:56: surge a palavra RESIST;<br />
2) logo em seguida à primeira, SHARE;<br />
3) aprox. 5:05: COPY;<br />
4) pouco depois da (3): PASTE;<br />
5) aprox. 5:40: ENJOY;<br />
6) em 6:37: há uma frase inteira que não consegui ler. Há um NOT no meio.</p>
<p>Eu não sei se vc chegou a perceber esse artifício (creio que não) mas eu acho que, para quem discute esse tema dos copyrights há anos como você, com a seriedade que você vem tratanto o assunto, divulgar um vídeo tão infantil assim é contraproducente à sua própria história com o tema&#8230;</p>
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