Mais um FIQ

Credenciais do FIQ

Depois de uma semana sensacional no Festival de Quadrinhos de Belo Horizonte, fiquei tão cansado que mesmo voltando pra Osasco e dormindo todo dia até mais tarde ainda não consegui descansar completamente. Mas é uma canseira que valeu a pena.

Estou muito feliz com a boa repercussão que Acelera SP teve em Belo Horizonte. Apesar da história estar localizada em São Paulo, isso mostra que o desmonte do Estado e a apropriação privada daquilo que é público ė um problema generalizado.

Apesar de toda a pendenga que o FIQ sofreu com a falta de verba (correndo o risco até do evento acabar), no fim o adiamento por um ano e a mudança da data para o primeiro semestre acho que acabaram sendo benéficos.

Só é uma pena que o FIQ tenha acontecido no meio dessa crise de abastecimento. Acho que o evento foi um pouco prejudicado por isso. Mas ainda assim teve um bom público e as vendas foram satisfatórias.

Frequento o FIQ desde a edição de 2007, sempre com estande ou mesa, vendendo meus quadrinhos. E agora tive a experiencia de ser um dos convidados e participar de um debate, que foi magnífico. Agradeço a organização do FIQ por essa oportunidade.

Para mim, voltar ao FIQ como convidado ė muito simbólico, pois na edição anterior do evento em 2015 eu estava passando pela minha pior crise de reumatismo e achei que nunca mais iria conseguir frequentar eventos de quadrinhos novamente. Este FIQ pra mim foi um renascimento.

Mesmo não sendo o evento que eu vendo mais, o FIQ é meu evento preferido de quadrinhos e mora no meu coração. É possível sentir uma forte aura de afetividade e amor que emana das pessoas durante o evento e nos revitaliza. E então você entende porque escolheu essa vida de quadrinista.

Vida longa ao FIQ.

Festival Internacional de Quadrinhos 2018

FIQ 2018

Este ano eu tenho a honra e o prazer de ser um dos quadrinistas convidados do FIQ, Festival Internacional de Quadrinhos, que irá acontecer dos dias 30 de maio a 3 de junho na Serraria Souza Pinto, em Belo Horizonte (MG).

Isso significa que além de eu estar presente todos os dias no evento na área dos artistas, na mesa 126, vendendo meus quadrinhos, também irei participar de um debate e terei uma sessão de autógrafos.

O tema do debate será Clichés, estereótipos e outras armadilhas, e vai acontecer na quinta, dia 31, às 19h30. Além de mim, irão participar do debate as quadrinistas Mylle Silva e Aline Lemos. A mediação será feita por Luis Felipe Garrocho.

Já a sessão de autógrafos irá acontecer no domingo, dia 3, às 15h.  No entanto, como disse, estarei todos os dias em minha mesa, então se você quiser comprar os meus quadrinhos e já pegar autógrafo, é só colar lá.

Estarei vendendo em minha mesa Acelera SP, Cosmogonias, Nova Hélade – Gigantomaquia, Homem-Grilo & Sideralman Nº 01 e a antologia Petisco Apresenta. Também irei levar para vender os três volumes dos quadrinhos do Demetrius Dante publicados pelo Will (e que possuem colaboração minha).

Então vejo vocês no FIQ.

 

FIQ 2015

FIQ 2015

De 11 a 15 de novembro eu estarei em Belo Horizonte participando do 9º Festival Internacional de Quadrinhos. Você poderá me encontrar no estande do Petisco, onde preparamos diversas atividades e lançamentos.

Eu particularmente não terei nenhum lançamento para o FIQ, mas você poderá comprar os meus quadrinhos já publicados, a primeira edição de Homem-Grilo & Sideralman e a edição de Nova Hélade – Gigantomaquia.

Visite o site do FIQ para ver a programação completa do evento. Nos vemos em Beagá. =)

8º Festival Internacional de Quadrinhos

Nesta semana, dos dias 13 a 17, acontece mais uma edição do FIQ em Belo Horizonte. E eu estarei lá todos os dias do evento no estande do Petisco, junto com outros autores do nosso coletivo.

Estaremos realizando diversas atividades no estande, entre sessões de desenhos ao vivo, a lançamentos dos nossos novos quadrinhos. Confira no site do Petisco a programação completa.

E se você quiser comprar algum dos meus quadrinhos, pegar autógrafo ou somente bater-papo, apareça lá no estande. =)

8º Festival Internacional de Quadrinhos.

O Fim do (Quarto) Mundo

Fim do Quarto Mundo.

Não faço mais parte do Quarto Mundo desde outubro de 2009. Uma série de fatores me levaram a sair do coletivo, mas o principal é que as funções que eu desempenhava lá dentro estavam me sobrecarregando, a ponto de não sobrar mais tempo hábil nem para minha produção pessoal. Dali pra frente continuei apenas ajudando o Quarto Mundo nas vendas dos quadrinhos em alguns eventos, mas já não tinha mais nenhuma relação na administração do grupo ou participação ativa dentro do coletivo.

O Quarto Mundo foi muito importante para o meu aprendizado como quadrinista, tanto pelo acertos, quanto pelos erros (os quais procuro não repetir no Petisco, o coletivo do qual agora faço parte). Não vejo seu fim como algo ruim, nem com tristeza, mas como uma jornada concluída.

A principal proposta do Quarto Mundo era ajudar a fortalecer um “mercado” de quadrinhos independentes que funcionasse em sinergia com o mainstream. E isso de fato aconteceu. A melhor amostra disso é o FIQ.

No primeiro FIQ que o Quarto Mundo participou, em 2007, havia, se não estou enganado, três estandes de quadrinhos independentes, sendo que um era o do Quarto Mundo, o outro o da Graffiti junto com outras publicações independentes de Belo Horizonte (e que mais tarde também iriam integrar o Quarto Mundo), e o terceiro era um estande reunindo a galera dos “Quadrinhos Dependentes” (mas ainda não com esse nome).

Já no último FIQ, de 2011, havia uns 10 estandes de grupos de quadrinistas independentes, e diversos outros que estavam com mesas, como foi o meu caso com o Petisco. Uma evolução e tanto, não?

Diante desse novo cenário, um grupo tão grande e com tantos membros como o Quarto Mundo (e que se tornou engessado justamente por seu tamanho) não faz mais sentido já que há diversos outros grupos ocupando o espaço nos eventos e alimentando a produção independente, como é o caso do próprio Petisco.

Ou seja, o Quarto Mundo pode ter acabado mas seus ideais continuam firmes e fortes em diversos outros coletivos independentes que continuam mantendo a produção de quadrinhos viva por todo Brasil, seja de forma impressa, ou online na Internet.

O Quarto Mundo está morto. Vida longa ao Quarto Mundo. =D