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	<title>Cadu Simões &#187; Homem-Grilo</title>
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	<description>Histórias em Quadrinhos</description>
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		<title>A Jornada do Quadrinista</title>
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		<pubDate>Sun, 31 Dec 2006 17:48:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cadu Simões</dc:creator>
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		<category><![CDATA[A Jornada do Herói]]></category>
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		<description><![CDATA[Em O Poder do Mito, o mitólogo Joseph Campbell diz que a jornada do herói é um reflexo da nossa própria vida. Todos nós somo heróis pois atravessamos em nossas vidas as etapas da jornada monomítica, em maior ou menor grau. Eu acredito muito nisso. Quem me conhece sabe que O Herói de Mil Faces [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em <a href="http://www.submarino.com.br/dvds_productdetails.asp?Query=ProductPage&#038;ProdTypeId=6&#038;ProdId=1063148&#038;franq=104739" target="_blank">O Poder do Mito</a>, o mitólogo <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Joseph_Campbell" target="_blank" rel="tag">Joseph Campbell</a> diz que a jornada do herói é um reflexo da nossa própria vida. Todos nós somo heróis pois atravessamos em nossas vidas as etapas da jornada <em>monomítica</em>, em maior ou menor grau. Eu acredito muito nisso. Quem me conhece sabe que <a href="http://compare.buscape.com.br/o-heroi-de-mil-faces-campbell-joseph-8531502942.html?pos=1&#038;site_origem=112913" target="_blank">O Herói de Mil Faces</a> é o meu livro de cabeceira (e deveria ser o livro de cabeceira de qualquer contador de história). Campbell mostra pra gente que a vida em si é a grande aventura a ser trilhada, e cabe apenas a você mesmo decidir se atenderá a este “chamado da aventura” e se iniciará a sua jornada em busca do seu velo de ouro (ou cálice sagrado, pomo de ouro, fonte da vida, ou qualquer outro artefato-signo de sua preferência).</p>
<p>E neste ano de 2006 eu atravessei mais um dos ciclos da minha jornada em busca do meu velo de ouro, que é me tornar um quadrinista profissional. Não que eu não goste de ser professor de História, muito pelo contrário, mas o meu grande sonho mesmo é um dia poder viver de quadrinhos e poder me dedicar integralmente a fazer quadrinhos. Ainda falta muito para alcançar este objetivo, mas toda grande jornada começa com um primeiro passo. Posso dizer que atendi ao meu chamado da aventura em 2000, quando comecei a publicar a tiras do <a href="http://homemgrilo.com" target="_blank">Homem-Grilo</a> no extinto site <strong>AracnoSpawn</strong>, mas a passagem pelo primeiro limiar foi feita apenas neste ano, com a publicação da <a href="sociosltda.blogspot.com" target="_blank">Garagem Hermética</a>. Mas foi um duro caminho de provas até esta travessia ter sido completa. </p>
<p>O ano de 2006 começou bem para mim com a indicação do fanzine do Homem-Grilo a premiação <strong>Angelo Agostini</strong>, mas que infelizmente não ganhei. E nem tinha pretensões de ganhar. Ao contrário da premiação do próximo ano onde tenho fortes chances de ganhar como a Garagem Hermética. No começo do ano também publiquei o fanzine dos <strong>Territorianos</strong>, e o <a href="http://www.marciotakara.com" target="_blank">Marcio Takara</a> começou também a desenhar a segunda edição, mas infelizmente teve que ser interrompido. Mas quem sabe o Takara algum dia volte aos Territorianos.</p>
<p>Este também foi o ano em que eu vi finalmente <a href="http://novahelade.homemgrilo.com" target="_blank">Nova Hélade</a> andando pra frente, depois de quase dez anos que eu comecei a escrever esta história. Isso graças ao <strong>Angelo Ron</strong>, que acreditou no meu projeto e aceitou se juntar a mim nesta empreitada com seus excelentes desenhos. Além de já ter publicado o primeiro arco de histórias na Internet, estou finalizando também o primeiro fanzine de Nova Hélade que pretendo publicar no mês que vem. E aguardem muito mais Nova Hélade em 2007.</p>
<p>Mas nem tudo foi alegria em 2006. Este foi o ano também em que passei pelas minhas piores crises de insônia. Eu extrapolei os limites da minha mente e do meu corpo. Perdi as contas de quantas vezes fui parar no pronto socorro após dias acordado, e algumas vezes foi por pouco que não tive o meu sono final. Meu médico diz que eu sou um fenômeno, o que eu considero um eufemismo para aberração, mas de certa forma, ele está certo, é uma proeza que eu ainda esteja aqui escrevendo estas linhas. Mas nenhuma jornada está completa sem a sua catábase. Eu desci ao <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hades" target="_blank" rel="tag">Hades</a>, mas consegui retornar, sem olhar para trás, é claro! =)</p>
<p>E retornei para poder publicar a minha primeira revista em quadrinhos, e de forma independente; a Garagem Hermética, cujo segundo número já está a caminho. E antes ainda tive minhas hq <a href="http://4mundo.com/2007/09/24/a-jornada-do-quadrinista/">A Jornada do Quadrinhista</a> publicada no segundo número da <strong>PutzGrila</strong>, que foi tipo um projeto de conclusão do curso de quadrinhos que eu fiz no segundo semestre de 2005 na <strong>Gibiteca Henfil</strong>. E este curso foi uma guinada na minha vida, pois foi ali que conheci várias pessoas que se tornaram minhas amigas e companheiras de jornada. Sem essas pessoas, a Garagem Hermética nunca teria se tornado realidade. Eu devo muito a todos eles. </p>
<p>Neste ano eu consegui alcançar um dos meus objetivos, que era realizar um evento voltado pra o fanzineiros e quadrinistas independente, que foi o <strong>Zine Osasco</strong>. Apesar de ter sido um evento pequeno, acredito que ele alcançou o seu objetivo de servir como um ponto de encontro e discussão sobre o mercado de quadrinhos independente que está se mostrando uma excelente alternativa para os quadrinistas brasileiros, principalmente os novatos como eu. Como ressaltou o <strong>Paulo Ramos</strong> em seu <a href="http://blogdosquadrinhos.blog.uol.com.br" target="_blank">Blog dos Quadrinhos</a>, em 2006 foi o ano em que mais tivemos publicações independentes, e a tendência é esse número aumentar para o ano que vem. Eu ao menos, pretendo contribuir pra que isso aconteça. A minha idéia é tentar o ano que vem criar um tipo de coletivo entre os quadrinistas independentes para que possamos juntos atravessar alguma das principais barreiras que enfrentamos, como por exemplo, a distribuição e venda das revistas. Se vai dar certo, eu não sei, mas ao menos vou tentar. </p>
<p>E 2007 será o ano em que iniciarei a principal etapa da minha jornada, pois vou finalmente tentar publicar uma revista em quadrinhos do Homem-Grilo. Esta será minha meta para o ano que vem. A minha idéia é publicá-la até no máximo o mês de julho. Estou confiante de que possa dar certo, pois creio que o Homem-Grilo já tem uma base de leitores considerável para uma empreitada dessas, e o cenário de quadrinhos como um todo no país também está favorável. Ainda estou longe da minha apoteose, mas no que vem espero ter grandes avanços em minha jornada. </p>
<p>E por fim, quero desejar um bom 2007 a todos vocês. Pois ao menos para mim, certamente será. =)</p>
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		<title>Quadrinhos de Cordel</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Jan 2007 20:39:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cadu Simões</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na minha barraca de fanzines na Feira de Artes, Cultura e Laser de Osasco, tenho o costume de deixar os fanzines pendurados em cordas estendidas pela barraca como se fossem um varal de roupas. Isso sempre acaba gerando a seguinte pergunta das pessoas: “O que é isso? Literatura de Cordel?” Ao que eu prontamente respondo: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photo_zoom.gne?id=362552029&#038;size=o" target="_blank"><img style="margin: auto; display: block; text-align: center;" border="0" title="Barraca de Fanzines" alt="Barraca de Fanzines" src="http://i119.photobucket.com/albums/o156/homemgrilo/feira-osasco01.jpg" /></a></p>
<p>Na minha barraca de fanzines na <a href="http://grilocaverna.homemgrilo.com/2006/12/06/fanzines-na-feira-cultural-de-osasco/">Feira de Artes, Cultura e Laser de Osasco</a>, tenho o costume de deixar os fanzines pendurados em cordas estendidas pela barraca como se fossem um varal de roupas. Isso sempre acaba gerando a seguinte pergunta das pessoas: <em>“O que é isso? Literatura de Cordel?”</em> Ao que eu prontamente respondo: <em>“Não, é Quadrinhos de Cordel”</em>. =)</p>
<p>Estou com essa barraca de fanzines na feira desde outubro do ano passado, e o que percebi neste poucos mais de três meses é que o público em geral não faz a mínima idéia do que é <a rel="tag" target="_blank" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fanzine">fanzine</a> e principalmente, de que existe quadrinhos brasileiro além da <a rel="tag" target="_blank" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Turma_da_M%C3%B4nica">Turma da Mônica</a>.</p>
<p>Mas isso não é algo ruim não. Pelo menos não de todo ruim. Ao contrário do fã típico de quadrinhos, como os <a rel="tag" target="_blank" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Fanboy">fanboys</a> e os <a rel="tag" target="_blank" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Otaku">otakus</a>, que não conhecem a produção de quadrinhos brasileira por puro preconceito, esse público da feira não a conhece por simples ignorância mesmo. E quando digo ignorância, não utilizo a palavra no sentido pejorativo. Eles ignoram os quadrinhos brasileiros simplesmente porque nunca antes tiveram contato com isso. </p>
<p>Cabe então apresentar esses quadrinhos a eles. O que é uma tarefa muito mais fácil do que apresentar quadrinhos brasileiros aos fanboys, pois como eu disse, diferente desses, o público em geral não possui um preconceito enraizado em si, e aceita o que é novo muito mais facilmente do que o cara que só lê <a rel="tag" target="_blank" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Marvel">Marvel</a> e <a rel="tag" target="_blank" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/DC_Comics">DC</a>.</p>
<p>Essa é na minha humilde opinião a saída pro quadrinhos brasileiro. É criar público novo. Esqueçam os fanboys e os otakus. Esses aí já são casos perdidos. Você quadrinistas independente deve se focar no público em geral. Mas cabe aqui uma ressalva. Focar no público geral não quer dizer que você não possa fazer histórias para um público de nicho. Pelo contrário. Não só pode como deve. Mas nunca se limite apenas a quem já é leitor de quadrinhos. Lembre-se, é preciso criar público novo. Se você meu amigo quadrinistas fizer isso, estará conseguindo uma proeza que nem mesmo as grandes editoras mais conseguem fazer.</p>
<p>E é o que venho tentando fazer na minha barraca de fanzines. O <a target="_blank" href="http://homemgrilo.com">Homem-Grilo</a> tem agora uma parcela de leitores que antes nem sequer tinham o hábito de ler quadrinhos. Se me dissessem há um tempo atrás que meu personagem seria capaz de criar novos leitores de quadrinhos, nem eu mesmo acreditaria. E ainda mais novos leitores entre as crianças. Mas abordarei essa questão com mais detalhes em um post futuro.</p>
<p><a target="_blank" href="http://www.flickr.com/photo_zoom.gne?id=362552108&#038;size=o"><img style="margin: auto; display: block; text-align: center;" border="0" title="Ricardo Desenhando" alt="Ricardo Desenhando" src="http://i119.photobucket.com/albums/o156/homemgrilo/feira-osasco02.jpg" /></a></p>
<p>Nessa foto acima você vê ao fundo o <strong>Ricardo Marcelino</strong>, o co-criador do Homem-Grilo, desenhando enquanto as pessoas o observam. Como você podem ver, o Ricardo não é um produto da minha imaginação como muito gente alega. Ele realmente existe e neste ano ele voltará a ativa para podermos lançar a revista em quadrinhos do Homem-Grilo (assim pelo menos eu espero).</p>
<p>Pra conferir mais fotos da minha barraca de fanzines, acessem <a target="_blank" href="http://www.flickr.com/photos/cadusimoes/">meu álbum de fotos no flickr</a>.</p>
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		<title>FeedBack</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Mar 2007 09:12:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cadu Simões</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O primero feedback da Garagem Hermética 2 por parte da crítica especializada saiu num artigo de Franklin Ruão na Revista Paisá. O texto dele fala sobre a atual cena de quadrinhos independente e destaca alguma publicações como a Isto não é uma Revista de Terror, a Cão, O Diário Negro de Toninho do Diabo, além [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O primero <em>feedback</em> da <a href="http://cadusimoes.com/bazar/minhas-obras/garagem-hermetica-02/">Garagem Hermética 2</a> por parte da crítica especializada saiu <a href="http://www.revistapaisa.com.br/anteriores/ed7/hqs.shtm#texto4" target="_blank">num artigo de Franklin Ruão</a> na <a href="http://www.revistapaisa.com.br" target="_blank">Revista Paisá</a>. O texto dele fala sobre a atual cena de quadrinhos independente e destaca alguma publicações como a Isto não é uma Revista de Terror</a>, a Cão</a>, <strong><em>O Diário Negro de Toninho do Diabo</em></strong>, além da Garagem Hermética. </p>
<p>E ainda sobrou uma citação ao <a href="http://homemgrilo.com" target="_blank">Homem-Grilo</a>. Aliás, tenho percebido ultimamente como meu nome ficou associado ao Homem-Grilo. Isso é bom por um lado, mas pode ser ruim por outro, pois posso ficar marcado como&nbsp;um autor de um único personagem, algo que definitivamente não quero ser. Ninguém por exemplo quando vai citar meu nome diz &#8220;Cadu Simões, o escritor de <a href="http://novahelade.homemgrilo.com/" target="_blank">Nova Hélade</a>&#8220;. É sempre &#8220;Cadu Simões, o criador do Homem-Grilo&#8221;. Claro que também tem o fato de eu ter começado a publicar Nova Hélade mais recentemente, enquanto o Homem-Grilo já está por aí há uns 7 anos, mas espero que conforme eu for publicando outras hqs, esta associação que fazem de mim apenas com o Homem-Grilo vá se perdendo um pouco. Até mesmo porque eu não sou o único autor do personagem. Os outros autores do Homem-Grilo também precisam ser ressaltados.</p>
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		<title>A Internet e os Quadrinhos Independentes</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Apr 2007 06:09:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cadu Simões</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;As editoras sempre contam a triste história do monopólio da distribuição. Acham que são donas do mundo por dominarem esta distribuição. Pagam mal ao autor, são atravessadores mesmo. Com a Internet, isto acabou. Se você tem capacidade de se organizar e se o seu trabalho é bom de verdade, vai dar para você viver dele [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>&#8220;As editoras sempre contam a triste história do monopólio da distribuição. Acham que são donas do mundo por dominarem esta distribuição. Pagam mal ao autor, são atravessadores mesmo. Com a Internet, isto acabou. Se você tem capacidade de se organizar e se o seu trabalho é bom de verdade, vai dar para você viver dele de maneira independente e digna. Eu vendo centenas de livros e camisas todo mês sozinho. Centenas mesmo. A diferença? Eu ganho 65% do custo dos produtos, e não 4%, que é o que ganha um quadrinhista que assina contratos com esta gente. Não tem muito mistério: um site com boleto e cartão, uma tiragem pequena e correios&#8230;&#8221;</p></blockquote>
<p>Essa citação que fiz aí em cima é do <strong>André Dahmer</strong>, criador dos <a href="http://www.malvados.com.br/" target="_blank">Malvados</a>, de uma <a href="http://www.bigorna.net/index.php?secao=entrevistas&amp;id=1165978119" target="_blank">entrevista que ele deu para o site Bigorna</a> no fim do ano passado. Neste trecho que citei, Dhamer defende sua opção por publicar seus quadrinhos de forma independente e o quanto isso é vantajoso. Tanto é que cada vez mais quadrinistas vem optando pela publicação independente. E por que isso?</p>
<p>O próprio Dhamer já dá a resposta; por causa da Internet. Um dos maiores obstáculos que um quadrinistas independente enfrenta é a venda e distribuição de seus quadrinhos. E quando falamos de um país continental como o Brasil, o problema se agrava ainda mais. Mas a Internet praticamente elimina este obstáculo. Principalmente porque permite ao quadrinistas independente por em prática a teoria da <a href="http://www.techbits.com.br/2006/08/21/a-cauda-longa/" target="_blank">Cauda Longa</a>, como bem explica o <a href="http://www.leonardosantana.com.br/" target="_blank">Leonardo Santana</a> em <a href="http://www.bigorna.net/index.php?secao=colunavertebral&amp;id=1172449177" target="_blank">uma de suas coluna no Bigorna</a>. Ou seja, venda pela Internet de revistas de baixa tiragem para um público de nicho a um custo muito baixo. E é o que vem sendo colocado em prática pelo próprio Leonardo Santana na <a href="http://www.bodegadoleo.com" target="_blank">Bodega</a>, sua recém inaugurada loja virtual, e também pelo seu xará <a href="http://www.inteligivel.com/" target="_blank">Leonardo Pascoal</a> e pelo <strong>Wellington Srbek</strong> na <a href="http://www.maisquadrinhos.com.br/" target="_blank">MaisQuadrinhos</a>.</p>
<p>Que a Internet facilita a vida do quadrinista independente em tirar uns trocados com seus quadrinhos, não há dúvidas. Mas até agora estamos falando da utilização da Internet pra vender quadrinhos impressos. Será que é possível ganhar dinheiro também com quadrinhos no formato digital (ou webcomics como alguns preferem chamar)?</p>
<p>Esta bola das webcomics já havia sido levantada pelo <a href="http://pablocasado.blogsome.com/2006/12/18/quadrinhos-internet" target="_blank">Pablo Casado</a> no fim do ano passado e voltou a ser levantada recentemente pelo <a href="http://urobouro.blogspot.com/2007/04/quadrinhos-na-rede-e-uma-idia-no-de.html" target="_blank">Marcio Massula</a>. Ambos estão na mesma frequência de pensamento que eu, ou seja, considerando os webcomics como, mais do que o futuro, o presente dos quadrinhos. Não estou dizendo com isso que os quadrinhos impressos deixarão de existir, longe disso. A questão é que cada vez mais o formato digital está se tornando um modo viável financeiramente de se produzir hqs.</p>
<p><a href="http://www.universohq.com/quadrinhos/2007/n01022007_06.cfm" target="_blank">Uma notícia publicada pelo Pablo no Universo HQ</a> no começo deste ano fala sobre a queda das vendas de quadrinhos no mercado japonês, ao mesmo tempo em que a distribuição dos mangás em formato digital vem crescendo, principalmente pela facilidade que os japoneses tem em baixar esses mangás em seus celulares para lê-los nos aparelhinhos. Quer dizer, se o Japão, que é um dos maiores mercados de quadrinhos do mundo, está apontando para essa direção dos quadrinhos digitais, o que dirá de outros mercados bem menores.</p>
<p>O Japão, é claro, possui essa vantagem da tecnologia em relação aos outros países. Acredito que o custo de um celular lá deva ser relativamente barato e qualquer japinha pode ter um, o que facilita a propagação das webcomics. Aqui no Brasil, por exemplo, as pessoas têm que ler as webcomics sentadas em frente do monitor de seus computadores, o que é um tanto desconfortável. Eu mesmo, apesar de publicar <a href="http://cadusimoes.com/categoria/quadrinhos/">minhas HQs na Internet</a>, acho incrivelmente chato ler uma HQ no monitor do micro, principalmente se for muito longa. Por isso, em geral, leio apenas tiras pela Internet.</p>
<p>Mas o que tenho percebido, principalmente pelos meus alunos de quinta a oitava série, é que essa “geração digital”, que já nasceu num mundo onde a Internet comercial já existia, estão muito mais habituados a ler quadrinhos no computador, sejam <em>scans</em> ou webcomics, do que aqueles que pertencem a gerações mais velhas, ainda muito apegados ao mundo analógico. E é nessa geração digital que os quadrinistas independentes devem prestar atenção, pois dela virá os seus futuros leitores.</p>
<p>Pois bem, a essa hora você já deve estar se perguntando, se é possível ganhar dinheiro com webcomics, como então fazer isso? Existem dois modelos principais pra se comercializar quadrinhos digitais. O primeiro é disponibilizando as hqs num formato como o <em>pdf</em> ou o <em>cbr</em>, e cobrar pelo download delas. Eu, no entanto, acredito que este modelo de cobrar pelo download não daria muito certo aqui no Brasil, o que nos leva ao segundo modelo, que é o de disponibilizar as hqs de graça e faturar a grana através de <em>merchandising</em>, ou seja, vendendo produtos que levem a marca de suas hqs e personagens.</p>
<p>Este é o modelo que foi adotado por várias webcomics de sucesso lá fora como <a href="http://www.pvponline.com/" target="_blank">PvPonline</a>, <a href="http://www.cad-comic.com/" target="_blank">Ctrl+Alt+Del</a>, <a href="http://www.penny-arcade.com/" target="_blank">Penny-Arcade</a>, <a href="http://www.reallifecomics.com/" target="_blank">Real Life</a>, <a href="http://www.megatokyo.com/" target="_blank">MegaTokyo</a>, entre outras. Percebam que todas essas webcomics que citei possuem uma lojinha virtual em seus sites onde os autores vendem camisetas, bonés, canecas, broches, e o que mais eles conseguirem botar a imagem de seus personagens, além de álbuns com compilações de suas tiras e hqs. Aqui no Brasil, como o principal representante deste modelo temos o já citado André Dhamer e seus Malvados.</p>
<p>E é este o modelo que pretendo adotar para o <a href="http://homemgrilo.com/" target="_blank">Homem-Grilo</a>. Em breve irei disponibilizar camisetas do Homem-Grilo pra vender no site do personagem, e conforme for, outros produtos que levem a imagem dele e dos outros super-heróis do universo HG. Por enquanto, a forma como estou tirando uns trocados com o personagem na Internet é através das propagandas do <a href="https://www.google.com/adsense" target="_blank">Google Adsense</a> presentes no site. Mas sobre isso, irei falar mais detalhadamente num post futuro, pois este aqui já tá bem grandinho. Então, por hoje é só pe-pe-pessoal! =)</p>
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		<title>Bombas sobre o Brasil</title>
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		<pubDate>Sat, 12 May 2007 16:43:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cadu Simões</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tem webcomics nova sendo publicada por estas paragens. É The Major, de Hector Lima, que segundo o autor, essa hq pode de ser definida como “Capitão América com guaraná, Comandos em Ação com feijoada, Jack Bauer com caipirinha e Counter Strike com churrasco”. Ou seja, um verdadeiro milkshake cultural. Ou melhor seria dizer &#8220;mashup cultural&#8221;? [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tem <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Webcomics" target="_blank" rel="tag">webcomics</a> nova sendo publicada por estas paragens. É <a href="http://themajor.blogsome.com/" target="_blank">The Major</a>, de <a href="http://digitador.blogsome.com" target="_blank">Hector Lima</a>, que segundo o autor, essa hq pode de ser definida como <em>“Capitão América com guaraná, Comandos em Ação com feijoada, Jack Bauer com caipirinha e Counter Strike com churrasco”</em>. Ou seja, um verdadeiro milkshake cultural. Ou melhor seria dizer &#8220;<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mashup" target="_blank" rel="tag">mashup</a> cultural&#8221;?</p>
<p>De todo modo, nada mais coerente. Se é verdade a máxima que alguns apregoam por aí que todas as histórias que haviam para ser contadas, já o foram, então só nos resta pegar tudo o que já temos até então e <em>remixá-las</em> para as novas gerações. Mas no nosso caso com um pequeno acréscimo da batucada brasileira. =)</p>
<p>A proposta do Hector é ir publicando The Major aos poucos, uma página da cada vez, conforme elas vão sendo produzidas, aproveitando um modelo de publicação de webcomics que vem dando certo lá fora. <a href="http://digitador.blogsome.com/2007/05/11/the-major-pagina-03-no-ar/" target="_blank">E o Hector reitera</a>:</p>
<blockquote><p><em>“(&#8230;) as editoras começam a encarar a HQ disponível de graça na internet não como desperdício, mas um meio de formar público de base, o que contraria muitos preconceitos que até alguns autores têm com o novo jeito de se consumir arte seqüencial.”</em></p></blockquote>
<p>Eu nem preciso dizer que concordo com ele, né? O <a href="http://homemgrilo.com" target="_blank">Homem-Grilo</a> e <a href="http://novahelade.homemgrilo.com" target="_blank">Nova Hélade</a> já fazem isso por mim.</p>
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		<title>Quadrinhos Online, Adsense e ComicPress</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Sep 2007 06:14:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cadu Simões</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Retomo aqui um assunto que deixei inacabado no post que fiz há algum tempo atrás sobre A Internet e os Quadrinhos Independentes, que é como se ganhar dinheiro publicando quadrinhos online, ou webcomics, como são chamadas lá fora. Pois bem, eu havia dito que existem dois modelos básicos de comercialização de hqs online, o primeiro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Retomo aqui um assunto que deixei inacabado no post que fiz há algum tempo atrás sobre <a href="http://cadusimoes.com/2007/04/a-internet-e-os-quadrinhos-independentes/">A Internet e os Quadrinhos Independentes</a>, que é como se ganhar dinheiro publicando quadrinhos online, ou <em>webcomics</em>, como são chamadas lá fora.</p>
<p>Pois bem, eu havia dito que existem dois modelos básicos de comercialização de hqs online, o primeiro é disponibilizando as hqs num formato como o pdf ou cbr, e cobrar pelo <em>download</em> delas, e o segundo é distribuindo as hqs de graça no seu site, e faturar a grana através da venda de produtos que levem a marca de sua hq, como camisetas, canecas, bonés, <em>buttons</em>, etc. Ainda dentro deste modelo de distribuição gratuita, outra forma de rentabilidade é através de banners de propagandas colocados em seu site. E  é desta forma que venho ganhando uma graninha com as minhas hqs online, sobretudo com o <a target="_blank" href="http://homemgrilo.com">Homem-Grilo</a>.</p>
<p>Como ainda não comecei a investir pesado em <em>merchandising</em> com o Homem-Grilo, algo que pretendo fazer em breve (então aguardem que virão por aí diversas bugigangas relacionadas ao personagem), o modo como venho tirando uns trocados com o personagem na Internet é com as propagandas do <a target="_blank" href="https://www.google.com/adsense">Google AdSense</a>. O AdSense, caso você esteve perdido na <a target="_blank" rel="tag"  href="http://en.wikipedia.org/wiki/Dimension_X_%28TMNT%29">Dimensão X</a> nos últimos tempos, é um sistema de banners de propaganda criado pelo Google, cujos os anúncios são exibidos dinamicamente através da analise do conteúdo da sua página. Desta forma, os anúncios exibidos são pertinentes aos assuntos tratados na sua página, o que tornam muito maiores as chances de alguma pessoa se interessar e clicar neles. E caso isso aconteça, você ganha alguns centavos que são pagos pelo Google depois que você acumula a quantidade mínima de cem dólares.</p>
<p>Vejo que ainda há muitos quadrinistas incrédulos com relação ao AdSense, apesar de já ter muitos blogueiros por aí ganhando uma boa grana com ele, ao ponto deles abandonarem seus empregos “normais” e passarem a viver apenas como blogueiro profissional, ou <em>probloggers</em>, como alguns preferem ser chamados. Eu até entendo o receio desses quadrinistas. Uma coisa é o AdSense funcionar com um blog, outra coisa é funcionar com um site que publica quadrinhos. E de fato, o adsense funciona muito melhor com um blog. Pra entender o porquê disso, vamos pegar o meu próprio exemplo com o Homem-Grilo.</p>
<p>Ainda estou longe da faturar com o AdSense o que faturam alguns bambambams da blogosfera como o <a  target="_blank" href="http://www.interney.net">Edney</a> e o <a target="_blank" href="http://www.contraditorium.com">Cardoso</a>, por exemplo, mas o faturamento que tenho com o AdSense no site do Homem-Grilo me permite hoje bancar cerca de um terço do custo da revista do personagem. Ou seja, é como se a revista do Homem-Grilo saísse da gráfica com uma parte de sua tiragem já vendida. E o meu rendimento com o AdSense vem crescendo dia-a-dia, e não duvido nada se em pouco tempo eu não esteja ganhando com ele o equivalente ao que ganho como professor de história (e  levando-se em conta a merda de salário que um professor da rede pública ganha neste país, não seria lá um feito muito incrível).</p>
<p>Mas o problema de se utilizar o AdSense num site de quadrinhos, é que o sistema dele é muito bom em  analisar textos, mas não imagens, como é o caso de uma hq. Uma forma de contornar esse problema, é colocando  palavras-chaves na tag “alt” da sua imagem para que o AdSense possa entender sobre o que ela é, mas a eficiência disso não é tão grande quanto num texto puro. E tem o fato também de um site textual, como é um blog, ser muito melhor indexado pelas ferramentas de busca, como o próprio Google, do que um site que contenha basicamente imagens. Tanto que apesar de ter muito mais visitas lá no site do Homem-Grilo do que tenho aqui na <strong>Grilo Caverna</strong>, acabo faturando mais com o Adsense  aqui. Principalmente porque o número dos assim chamados paraquedistas, que são as pessoas que caem por acaso no seu blog procurando por algum assunto nos mecanismos de busca, é bem maior aqui do que no site do Homem-Grilo. E são essas pessoas as que mais clicam nos anúncios do AdSense. Como vocês podem ver, um blog possui muito mais vantagens para se faturar com o AdSense do que um site de quadrinhos online. Qual seria então a solução para contornar esse problema? Ora, é muito simples. Basta transformar o site onde você publica quadrinhos num blog. E é justamente isso o que fiz com o site do Homem-Grilo.</p>
<p>Se vocês acessarem ele, verão que o site agora está numa plataforma de blog. Não em qualquer plataforma, mas sim no <a target="_blank" href="http://mindfaucet.com/comicpress/">ComicPress</a>, que é um template do <a href="http://wordpress.org">WordPress</a> próprio para publicar quadrinhos. Descobri o ComciPress através do <a target="_blank" href="http://pablocasado.blogsome.com">Pablo Casado</a>, que junto com o <a target="_blank" href="http://digitador.blogsome.com">Hector Lima</a>, são os &#8220;meus batedores&#8221; no <em>front</em> das webcomics. O legal do ComicPress é que ele exibe a tira ou a hq logo acima no cabeçário da página, enquanto os post do blog ficam abaixo. Além disso, ele organiza o arquivo das hqs de duas maneiras, por data e por categoria, facilitando a navegação e a leitura. Você pode por exemplo configurar suas categorias pra organizar suas hqs como se fossem diferentes edições de uma revista em quadrinhos. Isso sem falar na vantagem de ter um <a target="_blank" rel="tag" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Feed">feed</a> que permite você acompanhar as hqs em leitores como o Google Reader. Assim, toda vez que uma nova página de quadrinhos for ao ar, você é avisado pelo seu leitor de feed. Não é à toa que um quadrinistas do calibre de <a target="_blank" href="http://www.warrenellis.com">Warren Ellis</a>, adotou o ComicPress para publicar <a target="_blank" href="http://www.freakangels.com">sua primeira webcomics</a>.</p>
<p>Portanto, se você pretende tirar o melhor proveito do AdSense publicando suas hqs online, sugiro que o faça em um blog. Não precisa ser necessariamente com o ComicPress, pode ser no bom e velho <a target="_blank" href="http://www.blogger.com">Blogger</a> mesmo, como faço em <a target="_blank" href="http://novahelade.com">Nova Hélade</a> (apesar que estou tentado a mudá-la para o ComicPress também). Com uma média de mil leitores diários, vocês já começará a ver resultados satisfatório com o AdSense. Aí é só continuar produzindo e conquistando novos leitores.</p>
<p>E além de publicar suas HQs, é importante que você poste também textos, pois é isso que fará com que os paraquedistas encontrem o seu blog. Pode ser textos sobre o processo de produção de suas hqs, ou então dicas para os quadrinistas novatos, ou ainda textos que não tenham necessariamente a ver com quadrinhos, mas que ainda assim estejam dentro do universo da sua hq, como faço com Nova Hélade, onde posto no blog da hq textos sobre história, filosofia e mitologia grega. Assim você também consegue manter uma atualização constante do seu blog, e isso manterá o visitante retornando, mesmo sem novas hqs publicadas. Mas também não deixe de manter a constância na publicação de suas hqs. Neste caso, não siga meu exemplo, que quase nunca consigo cumprir o prazo de uma tira do Homem-Grilo por semana &#8211; se bem que nas últimas tiras até que não tenho atrasado muito, graças a agilidade do <a target="_blank" href="http://mamaosubmundo.blogspot.com">Vini</a>, é claro! =)</p>
<p>Por fim, não vá pensando que só porque você colocou o AdSense no seu blog, os seus ganhos serão astronômicos e você ficará milionário. Não é bem assim. Mas esse modelo de publicação de quadrinhos online que estou lhes mostrando, permite que o grande sonho de todo quadrinista, que é o de poder viver da produção de seus próprios quadrinhos, já não esteja mais tão distante assim (pelo menos não tão distante como costumava ser antes da Internet). E eu pelo menos estou trabalhando duro pra logo logo transformar esse sonho em realidade.</p>
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		<title>Terei Errado?</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Sep 2007 06:33:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cadu Simões</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sérgio Aragonês, o cartunistas mais rápido do mundo, deu uma entrevista para a Folha de São Paulo. Lá ele fala um pouco sobre o seu começo como cartunistas, sobre a MAD, e sobre a sua maior criação, o &#8220;errante&#8221; Groo. Em se tratando de humor nos quadrinhos, Aragonês é um dos mestres, e sempre o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a target="_blank" rel="tag" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Sergio_Aragon%C3%A9s">Sérgio Aragonês</a>, o cartunistas mais rápido do mundo, <a target="_blank" href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u327084.shtml">deu uma entrevista para a Folha de São Paulo</a>. Lá ele fala um pouco sobre o seu começo como cartunistas, sobre a <a target="_blank" rel="tag" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mad">MAD</a>, e sobre a sua maior criação, o &#8220;errante&#8221; <a target="_blank" rel="tag" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Groo%2C_o_Errante">Groo</a>.</p>
<p>Em se tratando de humor nos quadrinhos, Aragonês é um dos mestres, e sempre o tenho como referência na hora de escrever o <a target="_blank" href="http://homemgrilo.com">Homem-Grilo</a>, assim como seu parceiro de criação no Groo, o <a target="_blank" rel="tag" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Mark_Evanier">Mark Evanier</a>.</p>
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		<title>Quarto Mundo</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Oct 2007 02:27:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cadu Simões</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Alguns de vocês devem lembrar que eu disse que uma das minhas metas pra esse ano de 2007 era criar um coletivo reunindo os diversos quadrinistas independentes espalhados pelo Brasil. Pois bem, mais um desafio na minha jornada foi comprido. Apresento-lhes o Quarto Mundo! A idéia por traz do Quarto Mundo é simples. O objetivo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alguns de vocês <a href="http://grilocaverna.homemgrilo.com/2006/12/31/a-jornada-do-quadrinista/">devem lembrar que eu disse</a> que uma das minhas metas pra esse ano de 2007 era criar um coletivo reunindo os diversos quadrinistas independentes espalhados pelo Brasil. Pois bem, mais um desafio na minha jornada foi comprido. Apresento-lhes o <a target="_blank" href="http://quartomundo.popbaloes.com/blog/">Quarto Mundo</a>!</p>
<p>A idéia por traz do Quarto Mundo é simples. O objetivo desse coletivo é reunir os quadrinistas independentes para se ajudarem mutuamente na solução de problemas comuns que encontramos na produção de nossas revistas em quadrinhos, como a divulgação, distribuição e venda. E o blog será a nossa principal linha de contato, tanto com os leitores, quanto com outros quadrinistas.</p>
<p>No blog do Quarto Mundo pretendemos postar uma lista completa de todas as revistas em quadrinhos independentes que estão sendo publicado no Brasil atualmente. Lá também serão postadas dicas e tutoriais para os quadrinistas independentes, desde coisas referentes a própria produção de uma revista em quadrinhos, até coisas relacionadas a venda, divulgação e distribuição das revistas. Além disso, o blog também servirá para a publicação de hqs online utilizando o sistema do <a target="_blank" href="http://mindfaucet.com/comicpress/">ComicPress</a>, que é o mesmo que utilizo atualmente com o <a target="_blank" href="http://homemgrilo.com">Homem-Grilo</a>.</p>
<p>A estréia oficial do Quarto Mundo aconteceu no evento <a target="_blank" href="http://www.belasartes.br/hq_ba/">HQ na BA</a>, onde montamos a nossa banca de quadrinhos independentes. O próximo passo agora é o<a target="_blank" href="http://www.fiqbh.com.br/"> FIQ</a>, o Festival Internacional de Quadrinhos a ser realizado em Belo Horizonte na semana que vem, e no qual o Quarto Mundo estará presente com um stand.</p>
<p>Por fim, abaixo vocês podem conferir um video de uma matéria que foi exibida no programa Metropolis da Tv Cultura na última segunda feira falando sobre a criação do Quarto Mundo.</p>
<p style="text-align: center;"><object width="425" height="350"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/LoQHZCFMNd0"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/LoQHZCFMNd0" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"></embed></object><br />
<a target="_blank" href="http://www.youtube.com/watch?v=LoQHZCFMNd0">Link para o Vídeo</a></p>
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		<title>Nova Grilo Caverna</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Nov 2007 18:16:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cadu Simões</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Pablo Miyazawa]]></category>

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		<description><![CDATA[Sejam bem vindos a nova Grilo Caverna. Para vocês que me acompanhavam pelo blog no gardenal.org, atualizem seus bookmarks e leitores de feeds. E você que está conhecendo a Grilo Caverna agora, não deixe de adicioná-la ao seu leitor de RSS, você não irá se arrepender. E mais um a vez quero agradecer ao Pablo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sejam bem vindos a nova <strong>Grilo Caverna</strong>. Para vocês que me acompanhavam pelo  <a target="_blank" href="http://www.gardenal.org/grilocaverna/">blog no gardenal.org</a>, atualizem seus bookmarks e leitores de feeds. E você que está conhecendo a Grilo Caverna agora, não deixe de adicioná-la ao seu leitor de <a target="_blank" rel="tag"  href="http://pt.wikipedia.org/wiki/RSS">RSS</a>, você não irá se arrepender.</p>
<p>E mais um a vez quero agradecer ao <strong>Pablo Miyazawa</strong>, ao <strong>Bruno Furnari</strong> e ao <strong>Alberto Alerigi</strong> por terem me acolhido por todo esse tempo dentro do gardenal.org e sem o qual a Grilo Caverna e o <a target="_blank" href="http://homemgrilo.com">Homem-Grilo</a> não poderiam caminhar agora por conta própria. Valeu mesmo pessoal!</p>
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		<title>Quarteto Fantástico Contra o Chupa-Cabras</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Dec 2007 06:35:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cadu Simões</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Chupa-Cabras]]></category>
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		<description><![CDATA[Li ontem no Universo HQ sobre o lançamento de uma hq no mínimo curiosa. É uma história do quarteto fantástico intitulada Fantastic Four &#8211; Isla de la Muerte, que tem como trama, uma viagem dos quatro fantástico a Porto Rico onde lá ele irão topar com chupa-cabras (sim, não um, mais vários). Essa hq eu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="margin: auto; display: block; text-align: center;" src="http://i119.photobucket.com/albums/o156/homemgrilo/FantasticFourIsladelaMuerte.jpg" border="0" alt="O Coisa"></p>
<p>Li ontem no <a target="_blank" href="http://universohq.com">Universo HQ</a> sobre o lançamento de uma hq no mínimo curiosa. É uma história do quarteto fantástico intitulada <a target="_blank" href="http://universohq.com/quadrinhos/2007/n04122007_07.cfm">Fantastic Four &#8211; Isla de la Muerte</a>, que tem como trama, uma viagem dos quatro fantástico a Porto Rico onde lá ele irão topar com chupa-cabras (sim, não um, mais vários). Essa hq eu com certeza vou querer ler.</p>
<p>No entanto, essa não é a primeira vez que um super-herói enfrenta um <a target="_blank" rel="tag" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Chupa-cabra">chupa-cabra</a> nos quadrinhos. <a href="http://www.ogralha.com.br">O Gralha</a> (que para quem não conhece, é um dos melhores super-heróis brasileiros já criados) enfrentou vários chupa-cabras na sua hq de estréia, <a target="_blank" href="http://www.ogralha.com.br/Gralha%20HQ/metalp.html">publicada em 1997 na revista Metal Pesado</a> (uma edição especial comemorando os 15 anos da Gibiteca de Cutiba). Aliás, essa história é muito boa, trazendo algumas brincadeiras de meta-linguagem de fazer inveja ao <a target="_blank" rel="tag" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Grant_morrison">Grant Morrison</a>.</p>
<p>E isso tudo me lembra que ainda preciso escrever uma HQ de Crossover entre o Gralha e o <a target="_blank" href="http://homemgrilo.com">Homem-Grilo</a>. Talvez de até pra colocar uma chupas-cabras nesta história também! =)</p>
<p><img style="margin: auto; display: block; text-align: center;" src="http://i119.photobucket.com/albums/o156/homemgrilo/gralha_chupacabra.jpg" border="0" alt="O Gralha contra os Chupa-Cabras"></p>
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